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Arte X Arte Aplicada X Artesanato – VALOR DE QUEM FAZ

Arte aplicada: falar dela significa pensar em modalidades da produção artística que se orienta para o mundo cotidiano, pela criação de objetos, de peças e até de construções úteis ao homem em sua vida diária.

Podemos pensar em alguns setores da arquitetura, das artes decorativas, do design, das artes gráficas, do mobiliário, entre outros. Por um lado, traz oposição em relação às chamadas “belas-artes”.

Na história da arte europeia, o surgimento das academias de arte, a partir do século XVI, tiveram um papel decisivo na alteração do status do artista. Este movimento pode ser personificado por Michelangelo Buonarroti (1475 – 1564).

Antes disso, os “artistas” eram artesãos das guildas e corporações. Artistas na época eram os teóricos e intelectuais e estes mereciam formação especializada.

Neste momento que o termo belas-artes entra na ordem do dia como sinônimo de arte acadêmica, separando arte de artesanato e artistas de mestres de ofícios.

É possível acompanhar, ao longo do tempo, várias aproximações e afastamentos entre belas-artes e artes aplicadas.

Na década de 1920, as “artes aplicadas” encontram abrigo no estilo ART DECO.

Entende-se que foram menosprezadas por um longo e necessário período. Obviamente foi importante, porque trouxe o “então” artesão a uma categoria de artista com nome e sobrenome e não apenas um “funcionário habilidoso que servia a quem pudesse pagar”.

A Art Deco, propõe um rompimento com as infinidades de flores e elementos em curva da ART NOUVEAU. Agora com desenhos mais simples, então o “estilo anos 20” dialoga e retoma a mesma tradição da arte aplicada inglesa. Só que as soluções, nesse caso, indicam a preferência pelas linhas retas e estilizadas, formas geométricas e design abstrato, em consonância com as vanguardas do começo do século XX.

A partir de 1934, o estilo vem “conversar” mais diretamente com a produção industrial, com os materiais e formas passíveis de reprodução em massa. “Todos merecem”.

No Brasil, as artes aplicadas acontecem dentro do modernismo de 22 com os trabalhos – pinturas, tapeçarias e objetos.

Muitas definições de arte já foram ensaiadas ao longo do tempo, e, no entanto, essa prática social tão antiga quanto a humanidade continua sendo um objeto difícil de definir.

Os diversos significados que o termo acumulou até os dias de hoje comprovam que essa noção ainda é, em grande parte, intuitiva. Por essa razão, os estudiosos do assunto têm buscado uma definição conceitualmente rigorosa do que seja a arte.

A definição de arte dada aqui corresponde evidentemente à arte considerada pura, sem função objetiva.

A arte aplicada é aquela em que além de ter uma função hedônica — estética e/ou lúdica — possui ainda a função pragmática.

Desta forma ambas têm aproximadamente a mesma importância, podendo algumas vezes, “uma prevalecer sobre a outra”, como ocorre, por exemplo, na arquitetura em que o aspecto funcional da construção sempre se sobrepõe ao estético.

O que define uma arte é, primeiramente, a linguagem — isto é, o código ou sistema semiótico — na qual são codificadas as mensagens, e, secundariamente, os processos e instrumentos de produção dessas mensagens.

Se a utilização do código verbal caracteriza a literatura – A utilização do código visual caracteriza as artes plásticas.

Esta reflexão veio em minha mente por um motivo simples…

LIANI WAZLAWICK – CERAMISTA | ARTESÃ | ARTISTA PLÁSTICA E MAIS…

É UMA APAIXONADA PELO QUE FAZ! Estive entrevistando esta artista e me envolvi em muitos pensamentos sobre sua vida, história e sua produção…

Conheci Liani quando estava na direção da Faculdade de Artes plásticas e ela surgiu para vermos uma possível transferência da cidade que estava para Novo Hamburgo. Não foi possível, mas em outro momento eu a vi em seu ateliê de cerâmica, formada em artes plásticas e com habilidades incríveis no manuseio do barro!

Desde então, tenho acompanhado sua trajetória onde busca novos desafios e tem sido muito interessante ver seu trabalho em arte e em arte aplicada – ela tem conhecimento acadêmico, criatividade e um senso de utilitário, muito importante também!

Liani faz com o mesmo preciosismo e cuidado um minúsculo passarinho… vasos grossos, imensos e pesados, ao estilo dos turcos mais famosos do mundo até projetos especiais em proporções incríveis como pipas de vinho em projeto exclusivo junto a uma importante vinícola do sul do país.

Esta artista e artesã, com tudo isso que a vida lhe apresenta, me mostra com muita reverência a pá que seu pai usava para fazer poços… e foi ali, que a criança encontrou a paixão pelo barro, sua maleabilidade e possibilidades infinitas.

Um privilégio estar com você e mostrar um pouquinho do que tu representas em nosso projeto – VIVER COM VALOR!

Fonte: Laci Todeschini

Um comentário

  1. Sr. Luiz Henrique Rocha

    Poxa, que legal o texto resgatando a história dessa briga entre arte pura e arte aplicada, que começou lá com as academias no século XVI pra diferenciar o artista do artesão. O mais interessante é ver como pessoas como a Liani Wazlawick mostram que essa divisão tá superada, né? Ela consegue unir o conhecimento acadêmico com o “senso de utilitário” pra criar peças incríveis, provando que o valor tá na “função hedônica” e pragmática, como o artigo define.

  2. Henry Gabriel Dias

    Que demais a reflexão que o artigo traz sobre a dicotomia entre arte pura e arte aplicada! É muito fácil cair no erro de desmerecer o “artesanato” ou a “arte funcional” hoje em dia, mas o texto resgata a importância histórica da Art Deco e do modernismo para valorizar essa produção. A história da Liani Wazlawick ilustra perfeitamente como essa separação é artificial, já que ela aplica o mesmo “preciosismo” tanto em peças utilitárias (como os vasos) quanto em criações mais puras. Na minha experiência com design de interiores, a beleza de uma peça funcional que carrega a história e a habilidade do artesão tem um valor inestimável, indo além do pragmatismo e do estético. Essa é a essência do “VIVER COM VALOR” que o texto defende.

  3. João Guilherme Barros

    O artigo apresenta de forma concisa o histórico da dicotomia entre arte pura e arte aplicada, remontando ao momento em que as academias europeias do século XVI buscaram elevar o status do artista intelectual em detrimento do artesão habilidoso. Esta polarização, que resultou em um período de menosprezo pela arte aplicada, conforme citado no texto, persistiu por séculos. A relevância da discussão reside justamente em compreender como esta hierarquia ainda influencia a percepção de valor na produção contemporânea, mesmo após movimentos como a Art Deco terem buscado reabilitar a utilidade e o design.

    A análise da trajetória de Liani Wazlawick, apresentada como estudo de caso, ilustra de maneira exemplar o esvaziamento dessa antiga dicotomia. A artista demonstra a capacidade de transitar entre a criação de peças puramente estéticas e a produção de arte aplicada com “senso de utilitário”, combinando “conhecimento acadêmico” e o domínio prático do ofício. Seu trabalho com cerâmica, que abrange desde o “minúsculo passarinho” até “vasos grossos, imensos e pesados”, reflete uma abordagem holística que integra a função pragmática com a função hedônica, redefinindo o conceito de valor da criação.

    É fundamental reconhecer que a valorização do artesão e da arte aplicada não implica uma anulação da arte pura, mas sim a reconfiguração de seu campo de atuação. Ao destacar que a arte é definida pela linguagem semiótica e não pela finalidade objetiva, o texto reforça que a distinção entre as modalidades é, na verdade, uma questão de foco funcional. A capacidade de Liani em honrar a origem manual do seu ofício ao mesmo tempo em que domina o conhecimento acadêmico, aponta para um futuro onde a qualificação e a paixão pelo fazer transcendem a artificialidade das classificações históricas.

  4. Marcos Vinicius Porto

    É muito gratificante ver um artigo que mergulha tão profundamente na discussão sobre o valor de quem cria, transcendendo a velha e artificial barreira entre “arte pura” e “arte aplicada”. O texto acerta em cheio ao resgatar o contexto histórico, lembrando que o menosprezo pelo artesão não é inato, mas sim uma construção acadêmica que ganhou força a partir do século XVI. A distinção entre as “belas-artes” — com sua função puramente hedônica e estética — e as artes aplicadas, que incorporam o pragmatismo, moldou a maneira como enxergamos o trabalho manual por séculos. A menção ao Art Deco nos anos 20 como um movimento que revalorizou o design utilitário e o distanciou da ornamentação excessiva do Art Nouveau, alinhando-o à produção industrial, é um ponto crucial. Concordo plenamente que foi um período necessário para “trazer o então artesão a uma categoria de artista com nome e sobrenome”, tirando-o da invisibilidade.

    Essa reflexão se torna ainda mais poderosa quando o artigo apresenta a ceramista Liani Wazlawick como exemplo. A forma como o autor descreve a trajetória de Liani, que combina formação acadêmica em artes plásticas com uma paixão e habilidade incríveis no manuseio do barro, ilustra perfeitamente como essas categorias se dissolvem no mundo real. É inspirador ver como ela transita com o mesmo “preciosismo e cuidado” entre a criação de peças funcionais gigantescas, como as pipas de vinho, e obras de arte menores e mais delicadas. Isso reforça a ideia central do texto de que o valor do artista reside na sua criatividade e conhecimento, e não na função final do objeto. A história do pai e da pá que a conectou ao barro é um detalhe que humaniza a narrativa e mostra que o impulso criativo é, muitas vezes, mais forte do que qualquer definição teórica. É nessa versatilidade, onde a função pragmática e a estética caminham juntas, que reside o verdadeiro “Viver com Valor”.

  5. Valentina Rezende

    Achei muito bacana a parte que o texto fala sobre o Art Deco ter resgatado o valor do artesão no estilo dos anos 20, valorizando o design abstrato e as linhas retas. Mas o que realmente me pegou foi a história da Liani no final, que exemplifica como o conhecimento acadêmico e a paixão pelo utilitário se unem, provando que essa separação entre “arte pura” e “arte aplicada” é mais teórica do que real na prática de quem cria. Isso mostra que o valor de quem faz está na habilidade e no propósito, e não na classificação, né? 🎨

  6. Theo Cassiano

    A discussão proposta no artigo, ao traçar a gênese da dicotomia entre “belas-artes” e “artes aplicadas”, levanta pontos cruciais sobre a taxonomia e a valoração da produção artística. A separação, consolidada pelas academias europeias pós-século XVI, estabeleceu uma hierarquia onde a arte pura, desprovida de função utilitária e focada na “função hedônica” (estética/lúdica) descrita no texto, era superior à arte com “função pragmática”. Contudo, a análise semiótica apresentada – onde a arte é definida pela linguagem (código) utilizada – oferece um terreno mais fértil para a unificação. Se a literatura é definida pelo código verbal e as artes plásticas pelo código visual, a distinção pela utilidade torna-se uma barreira artificial na análise do sistema de comunicação do objeto.

    A revalidação da arte aplicada, como aponta o texto, ganha força no século XX com movimentos como a Art Deco. A transição da ênfase no ornamento orgânico da Art Nouveau para as linhas geométricas e a estilização da Art Deco não apenas reconfigurou a estética, mas também sinalizou uma aproximação estratégica com a produção industrial. A citação “Todos merecem” é emblemática desse momento, indicando uma democratização da estética que desafiou a exclusividade das belas-artes. A arte aplicada, nesse contexto, passa a ser vista não apenas como um subgênero da arte, mas como uma disciplina autônoma que integra design e funcionalidade, culminando na valorização do “senso de utilitário” mencionado no artigo.

    O caso de Liani Wazlawick ilustra de forma concisa o colapso contemporâneo dessas categorias históricas. O texto destaca a capacidade da artista de transitar entre a produção acadêmica (“formada em artes plásticas”) e o ofício artesanal (“manuseio do barro”) com o mesmo preciosismo, produzindo desde peças utilitárias (como os projetos para a vinícola) até objetos de apelo puramente estético. Essa síntese desmantela a visão acadêmica do artista como teórico versus o artesão como mero “funcionário habilidoso”, re-equilibrando o “valor de quem faz” ao demonstrar que a criatividade e o conhecimento conceitual podem e devem coexistir com a excelência técnica e a funcionalidade.

  7. Lorena Costela

    É interessante como o texto situa a origem da distinção entre arte e artesanato no contexto das academias europeias do século XVI, personificadas por figuras como Michelangelo, argumentando que isso elevou o artista (teórico) em detrimento do artesão (mestre de ofícios). No entanto, fica a dúvida se essa separação foi realmente *criada* nesse período ou se apenas foi formalizada e institucionalizada em um momento de efervescência cultural e intelectual. A noção de que a “função pragmática” define a arte aplicada — e que essa função pode até se sobrepor ao estético, como sugerido no exemplo da arquitetura — parece um pouco simplista no panorama contemporâneo. Hoje, o valor de um objeto de design de alto nível muitas vezes reside exatamente na sua “função hedônica” e estética, e não apenas na sua utilidade básica, o que borra ainda mais as fronteiras.

    A menção ao Art Deco e sua aproximação com a produção industrial (com o lema “Todos merecem”) levanta outra questão intrigante no que diz respeito ao “valor de quem faz”. A busca por reprodução em massa, embora democratize o acesso ao design, não corre o risco de desvalorizar o trabalho individual do artesão, que o artigo tanto tenta resgatar? O exemplo de Liani Wazlawick, uma artista que valoriza o “preciosismo e cuidado” em peças únicas, parece contrastar com a ideia de reprodução industrial. Embora ela utilize um “senso de utilitário”, o reconhecimento de seu trabalho parece vir da habilidade manual e da interpretação artística que a distinguem da produção em série, reforçando que a verdadeira valorização reside na singularidade e não apenas na utilidade do objeto.

  8. Sr. Caio Pires

    A distinção histórica entre belas-artes e artes aplicadas, originada nas academias do século XVI, é bem delineada no artigo. No entanto, o que fica evidente na conclusão é como a trajetória de artistas como Liani Wazlawick, que unem a formação em artes plásticas com a prática da cerâmica utilitária, encarna a superação dessa dicotomia.

    O texto menciona que a arte aplicada possui uma função pragmática, e o exemplo da ceramista, que cria desde um “minúsculo passarinho” até “projetos especiais” como pipas de vinho, demonstra que a utilidade não precisa anular o valor estético ou o preciosismo do fazer manual. O Art Deco trouxe um passo importante nessa valorização, mas a contemporaneidade exige que o “artesão” seja reconhecido como “artista com nome e sobrenome” em todas as áreas.

    É interessante notar que a reflexão final sobre a “pá do pai” da artista conecta a paixão pelo ofício diretamente à história pessoal, reforçando a ideia de que o “valor de quem faz” não é determinado apenas pelo código visual ou pela função objetiva, mas pela carga histórica e criativa do indivíduo.

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