Weissheimer Engenharia | São Leopoldo – RS

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A volta à “nova vida normal” já reflete mudanças na forma como as residências são idealizadas

A volta “à nova vida normal”, que estamos vislumbrando com o avanço da vacinação, com certeza nos traz alentos. As pessoas estão otimistas com a possibilidade voltar a ter uma rotina de convivência social e divisão de espaços.

Mas, os aprendizados que a pandemia nos impôs mudaram para sempre a forma como encaramos a divisão entre vida pessoal e profissional. A Weissheimer, consciente desta realidade, constatou que os moradores desenvolveram meios de praticar suas atividades diretamente de seus lares, inclusive de formas mais efetivas e produtiva. Para que isto se estabeleça mais eficazmente, reavaliamos nosso conceito de morar.

Assim, pessoas de todas as idades, de todas as profissões, buscam alternativas para adequar suas casas para ter mais espaço de convivência familiar, ao mesmo tempo que buscam formas de tornar possível trabalhar de uma forma que ofereça privacidade e garanta sua produtividade.

E todo este movimento está se refletindo na idealização de nossos novos imóveis. As famílias buscam condomínios com muita área de lazer e de convivência, para que possam permanecer no seu espaço por mais tempo. As crianças precisam de ambientes diversificados para atividades lúdicas e de lazer, e os pais necessitam de locais para receber seus grupos familiares, que voltarão a se reunir após a vacinação.

E este movimento não está apenas na concepção dos condomínios com mais espaço de lazer e convivência. O fato de que as pessoas estão ficando mais em casa, inclusive como local de trabalho, faz com que elas busquem locais delimitados para o trabalho e para a convivência familiar. Com mais tempo para ficar em casa, elas também investem em materiais de acabamento, objetos de decoração e utensílios que deixem seu dia a dia mais aconchegante e confortável. Isto se reflete na escolha de materiais – com muitos tecidos em revestimentos de paredes, nos acabamentos de cabeceiras de cama e em mantas que cobrem os estofados, oportunizando a sensação de aconchego de lar.

Paralelamente, a Weissheimer reconhece que emerge uma tendência de dar ao lar um ar de natureza, com o uso de acabamentos que remetem a tons mais rústicos, como é o caso de madeiras e de diversos acabamentos que imitam o concreto. Estes, com um visual mais orgânico, chamam a atenção em um momento em que pessoas de todas as idades estão em busca de uma conexão com a natureza. As pessoas querem nesta identificação um significado – de seu engajamento com as causas de responsabilidade ambiental.

Neste sentido, crescem em preferência o uso de tons terrosos em pintura, a adoção de madeira para revestir partes das paredes e até mesmo para as cabeceiras das camas.

A Weissheimer, portanto, passa a projetar suas construções para que os futuros moradores encontrem as melhores condições para as suas novas necessidades de morar. Quando as estruturas prediais passam a “conversar” com os novos padrões comportamentais se estabelece uma real qualificação do bem viver.

Um comentário

  1. Leonardo Pinto

    O artigo aborda de forma pertinente a reconfiguração das necessidades habitacionais imposta pela experiência da pandemia. A observação de que “os aprendizados que a pandemia nos impôs mudaram para sempre a forma como encaramos a divisão entre vida pessoal e profissional” é central para entender o novo cenário. A valorização de “espaço de convivência familiar” concomitante à busca por “privacidade” para o trabalho reflete um reequilíbrio nas prioridades dos moradores. Esta reavaliação do conceito de morar, citada no texto, demonstra que o lar deixou de ser apenas um refúgio noturno para se tornar um espaço multifuncional, exigindo novas soluções arquitetônicas.

    A busca por condomínios com extensas áreas de lazer e convivência, conforme descrito, é uma resposta direta à permanência prolongada no ambiente doméstico. Este movimento sugere uma tendência de valorização do espaço de lazer como extensão do lar. No entanto, o desafio reside em conciliar a necessidade de ambientes “delimitados para o trabalho” com a otimização de “espaço de convivência familiar”, especialmente em unidades residenciais menores. A valorização dos acabamentos e materiais que promovem o “aconchego de lar” é um aspecto importante para o bem-estar, mas a eficácia da adaptação da residência às novas demandas exige um planejamento que vá além da estética, focando na funcionalidade ergonômica e na acústica, aspectos cruciais para a produtividade no trabalho remoto.

    A emergência da estética que remete à natureza, com o uso de tons terrosos e acabamentos rústicos como a madeira e o concreto aparente, é um ponto relevante. O artigo associa essa tendência a uma “busca de uma conexão com a natureza” e ao “engajamento com as causas de responsabilidade ambiental”. Essa inclinação estética, que pode ser interpretada como a aplicação de princípios de design biofílico, demonstra que o lar está se tornando um reflexo direto dos valores pessoais. A adaptação das construções a estes novos padrões comportamentais, como mencionado na conclusão do texto, não representa apenas uma reação pontual à pandemia, mas sim uma evolução fundamental na idealização dos espaços residenciais, que devem agora priorizar a funcionalidade e o bem-estar integral de seus ocupantes.

  2. João Guilherme Alves

    O artigo da Weissheimer apresenta uma análise perspicaz sobre a reconfiguração da moradia pós-pandemia, particularmente a ênfase na busca por espaços que equilibrem a convivência familiar e a produtividade profissional. A tese central, de que o lar se tornou um polo de atividades que demandam maior infraestrutura, é inegável, e a observação de que as pessoas buscam “locais delimitados para o trabalho e para a convivência familiar” capta bem o cerne da questão. Contudo, é fundamental aprofundar a discussão sobre a inclusão social e a acessibilidade desses novos padrões habitacionais, que se tornaram um pré-requisito para a “qualificação do bem viver”.

    A valorização de condomínios com extensas áreas de lazer e a busca por acabamentos mais sofisticados, como os tecidos em revestimentos e as texturas rústicas que remetem à natureza, sinalizam uma tendência de elevação do padrão de construção. Enquanto o texto corretamente identifica a demanda por uma “qualificação do bem viver,” é pertinente questionar até que ponto essa reconfiguração de necessidades pode intensificar a estratificação do mercado imobiliário. A busca por mais espaço de convivência e trabalho em casa pode se chocar com a realidade socioeconômica de grande parte da população, que não tem acesso a imóveis com essas características ou a condições financeiras para readequar suas residências.

    Adicionalmente, o interesse crescente por materiais que remetem à natureza e a conexão com a responsabilidade ambiental, conforme mencionado, levanta questões sobre a profundidade desse movimento. A busca por uma identificação com a natureza através de tons terrosos e acabamentos que imitam o concreto precisa ser acompanhada de práticas construtivas verdadeiramente sustentáveis. Caso contrário, corre-se o risco de que essa tendência se restrinja a uma estética passageira, sem gerar um impacto significativo na redução do consumo de recursos ou na otimização da eficiência energética dos imóveis, minimizando a importância do engajamento com as causas de responsabilidade ambiental.

  3. Dr. Henry Araújo

    Gostei muito que o artigo foi a fundo nos detalhes de como as pessoas querem se sentir em casa, não só no tamanho do espaço, sabe? Essa parte dos acabamentos que remetem à natureza, com madeira e tons terrosos, e a busca por mais aconchego com tecidos e mantas, traduz super bem a ideia de “qualificação do bem viver”. É como se a casa virasse um refúgio, mesmo! 🏡🌿

  4. Luiz Henrique da Conceição

    O artigo destaca de forma pertinente a reconfiguração do conceito de moradia, evidenciando a busca por espaços que equilibrem a necessidade de produtividade profissional com o aconchego do convívio familiar, conforme a tendência de permanência estendida no lar. A observação sobre a crescente preferência por acabamentos que remetem à natureza e por áreas de lazer mais robustas nos condomínios reflete uma adaptação necessária às novas demandas comportamentais, embora o real desafio resida em garantir que essas modificações estruturais se traduzam em funcionalidade prática para o dia a dia dos moradores.

  5. Lorenzo Lopes

    Que demais ver que as construtoras estão captando perfeitamente a nova realidade que vivemos! Eu, por exemplo, senti na pele a necessidade de adequar o meu lar, buscando tanto espaços delimitados para o trabalho quanto materiais que trouxessem mais aconchego, como tecidos e tons terrosos. É animador perceber que o mercado está se ajustando para valorizar a conexão com a natureza e o bem-estar no dia a dia, transformando o “morar” em algo muito mais completo e produtivo.

  6. Catarina Ribeiro

    O artigo da Weissheimer toca em pontos cruciais sobre a evolução do design residencial pós-pandemia. A reconfiguração da moradia, impulsionada pelo trabalho remoto e o aumento do tempo de permanência no lar, não é apenas uma busca por metragem quadrada extra, mas sim uma necessidade de otimizar o espaço interno para multitarefas. A ênfase na “conexão com a natureza” e a adoção de “tons mais rústicos” e materiais orgânicos, como madeira e concreto aparente, refletem a crescente busca pelo design biofílico. Este conceito, que integra elementos naturais no ambiente construído, visa comprovadamente reduzir o estresse e aumentar o bem-estar dos ocupantes, um imperativo frente à nova realidade de confinamento prolongado.

    A análise sobre a escolha de materiais de acabamento e a busca por “sensação de aconchego” é igualmente perspicaz. A valorização de tecidos e revestimentos táteis (“tecidos em revestimentos de paredes”, “mantas que cobrem os estofados”) demonstra uma mudança de prioridade do estético para o sensorial. Esta é uma resposta direta à necessidade de criar ambientes que proporcionem conforto térmico e acústico, aspectos cruciais para a produtividade e o convívio familiar quando os limites entre vida profissional e pessoal se diluem. O design de interiores está, portanto, migrando de uma abordagem puramente visual para uma experiência holística.

    No entanto, a implementação desses novos padrões comporta desafios de escalabilidade para o setor de incorporação. O artigo destaca o aumento da demanda por “condomínios com muita área de lazer e de convivência”, o que aponta para uma solução coletiva para o déficit de espaço individual. Contudo, a verdadeira qualificação do bem viver, como o artigo sugere, reside na personalização interna e na criação de zonas delimitadas de trabalho. O desafio para construtoras como a Weissheimer é equilibrar a padronização necessária para a construção em massa com a flexibilidade de layout e as opções de acabamento individualizadas que o mercado agora exige para atender às necessidades específicas de produtividade e aconchego de cada morador.

  7. Gabrielly Machado

    Adorei a reflexão sobre como a pandemia nos forçou a reavaliar o conceito de moradia! O artigo acerta em cheio ao destacar que a busca por mais espaço de convivência e lazer nos condomínios (“as famílias buscam condomínios com muita área de lazer e de convivência”) é uma resposta direta à necessidade de permanecer mais tempo em casa. Eu mesma sinto essa diferença na rotina: antes, o apartamento era só um lugar para dormir; hoje, ele precisa ser multifuncional, um refúgio que realmente ofereça qualidade de vida para todas as atividades.

    Mas o ponto que mais me chamou a atenção no texto é a tendência de trazer a natureza para dentro de casa, com “acabamentos que remetem a tons mais rústicos” e o uso de madeira. Essa busca por uma “conexão com a natureza” e a preferência por “tons terrosos” é uma super sacada. Percebo que não é apenas uma moda de decoração, mas uma necessidade psicológica de se reconectar com o orgânico, o que o artigo associa muito bem ao “engajamento com as causas de responsabilidade ambiental”. É ótimo ver que o design está acompanhando essa mudança de mentalidade, transformando a casa em um espaço de bem-estar integral e alinhado aos nossos valores.

  8. Bruno da Rosa

    Gente, que artigo bacana e super atual! Eu sinto essa necessidade de readequação da casa na pele. O que o texto chama de “volta à nova vida normal” é exatamente o que estamos vivendo, e a forma como a gente enxerga o lar mudou completamente. Não é só sobre ter um lugar para dormir; a casa se tornou o centro de trabalho, lazer, convívio social e até de exercícios. Fico animado de ver que as construtoras estão atentas a essa reconfiguração de espaços, pois a pandemia nos ensinou que ter um ambiente que te acolhe de verdade faz toda a diferença no bem-estar diário.

    O ponto que mais me chamou a atenção no artigo é sobre a busca por um “ar de natureza” e por um dia a dia mais aconchegante. Essa tendência de acabamentos que remetem a tons terrosos, madeira e até mesmo o concreto aparente, com esse visual mais rústico e orgânico, é perfeita para quem quer se desconectar um pouco do caos externo. Perceber que a procura por esses materiais — como tecidos em revestimentos e madeiras nas cabeceiras — está crescendo, mostra que essa conexão com a natureza e o aconchego é uma necessidade real para todos nós, e não apenas uma moda passageira.

    É ótimo que esse movimento esteja se refletindo em projetos que buscam “qualificar o bem viver”. Não se trata apenas de dividir melhor os cômodos para o home office, mas de criar um ambiente holístico onde a estética (como os tons terrosos e o rústico) dialoga com a funcionalidade (espaços de convivência e lazer). Essa nova idealização de moradia realmente eleva a qualidade de vida, transformando a casa em um refúgio completo para todas as atividades. É a prova de que as lições da pandemia podem nos levar a um futuro mais consciente e confortável em relação ao nosso lar.

  9. João Guilherme Moura

    A reconfiguração do conceito de moradia pós-pandemia, conforme detalhado no artigo, impõe um desafio significativo de design que transcende a simples adição de metragem quadrada. A busca por “locais delimitados” para trabalho, simultaneamente à demanda por áreas de convivência expandidas, sugere uma reversão parcial do paradigma da “planta livre” que dominou o mercado imobiliário recente. O hibridismo funcional da residência exige soluções que equilibrem privacidade acústica e visual sem sacrificar a flexibilidade espacial. A Weissheimer acerta ao identificar a necessidade de reestruturação dos condomínios para absorver essas demandas de lazer e convivência, mas a eficiência arquitetônica reside em como esses espaços são integrados internamente, garantindo adaptabilidade para o usuário final que busca otimizar a produtividade sem renunciar ao conforto doméstico.

    A análise do artigo sobre a preferência por materiais de acabamento reforça o conceito de “biofilia” como resposta psicológica ao confinamento. A ênfase no “aconchego” através de tecidos e tons terrosos, e a busca por acabamentos que remetem a texturas rústicas como madeira e concreto, demonstram a necessidade de criar ambientes que resgatem a conexão humana com o natural. Essa tendência não é apenas estética; é uma resposta direta à ansiedade do isolamento, onde o lar precisa funcionar como um refúgio sensorial. A combinação de elementos rústicos e orgânicos com o design contemporâneo de novos empreendimentos exige uma especificação de materiais cuidadosa para evitar dissonância, mas cumpre a função de ancorar o morador em um espaço que se sente mais autêntico e menos artificial.

  10. Maria Laura Costela

    O artigo da Weissheimer detalha bem a busca por um lar mais completo e conectado pós-pandemia. Contudo, me pergunto se essa “reavaliação do conceito de morar”, com tantos investimentos em lazer, acabamentos e espaços personalizados, é de fato acessível a “pessoas de todas as idades, de todas as profissões”, como mencionado, ou se essa “qualificação do bem viver” acaba sendo um privilégio de uma parcela do mercado.

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