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Conceito aberto – O que é isso?

A decoração atual está absolutamente centrada em “conceito aberto” e todos querem que a área de convivência seja um ambiente basicamente único.
De onde vem isso?
O chamado conceito aberto surgiu na década de 1990 em Nova York.

Neste período, antigos prédios industriais em áreas centrais com os andares quase sem divisões foram desativados de suas funções originais, por causa das dificuldades de trânsito e transporte de mercadorias por ali. Algumas pessoas que buscavam algo diferente e singular, viram ali possibilidades de moradias de ótima localização e os arquitetos acharam interessante criar espaços que não os descaracterizasse completamente. Assim, os projetos mantiveram as grandes áreas nos transformadas em apartamentos residenciais.

A partir de então, mesmo imóveis menores estão buscando seguir este conceito aberto, porque dá a impressão de que o ambiente é maior e mais bem utilizado. Isso significa que pode ser uma boa opção, desde um espaço limitado a um de bom tamanho.

Quando você não quer que seja um ambiente 100% integrado tem a opção de usar criatividade com móveis, divisórias e até cortinas.

COMO O CONCEITO ABERTO ENTROU NA DECORAÇÃO?

Alguns acham que ele evoluiu da chamada “cozinha americana”. Ela tinha originalmente um balcão de alvenaria com um tampo de pedra separando-a do restante da casa ou da copa, e dela evoluiu para o conceito aberto, quando esta divisão passou a ser um móvel chamado de ilha com pia, fogão e armários, agregando a função de cozinha e sala de jantar em um único espaço.

O mais comum do conceito é integrar a cozinha, a sala de jantar e a de estar. Mas, em alguns projetos arquitetônicos, como os lofts, as demais peças da casa podem se integrar.

A demarcação dos ambientes no conceito aberto acontece com a colocação dos móveis. As costas do sofá e o tapete, podem demarcar o estar e separá-lo do jantar. Um balcão divisor pode separ também a cozinha do jantar. A grande definição do conceito é a possibilidade de visualização do ambiente como um todo.

POR QUE ESSA TENDÊNCIA TEM AUMENTADO?

Hoje, o conceito aberto tem se tornado cada vez mais comum por diversas vantagens, dentre elas:

  • Ele permite que todos os presentes nas áreas interligadas possam interagir e, desta forma, promove a união da família, especialmente em um período onde os compromissos são cada vez maiores e o tempo junto diminuiu.
  • Ele permite plena socialização em eventos, encontros e reuniões, facilitando a comunicação entre as visitas e os anfitriões, uma vez que evita o deslocamento entre os espaços da casa.
  • Ele propicia que pais com filhos de todas as idades possam se ver, mesmo que alguns estejam fazendo uma refeição e os outros ou assistindo a um filme no estar.

A tendência é que todas as residências venham a aderir, dado as inúmeras vantagens.

 

 

Um comentário

  1. Ísis Dias

    Que legal ver a história do conceito aberto e entender de onde ele veio, como o artigo explicou, dos prédios industriais de Nova York! Eu sou super fã dessa integração, principalmente porque, como o texto mencionou, a gente consegue promover a união da família. Aqui em casa, a gente integrou a cozinha e a sala de jantar, e a diferença na hora de cozinhar é absurda, porque a interação é constante, mesmo com todo mundo na correria do dia a dia. A ideia de usar móveis e tapetes para demarcar os ambientes, como o artigo sugere, é essencial para manter o fluxo sem perder a função de cada espaço. É uma tendência que veio pra ficar e que realmente melhora a qualidade de vida.

  2. Fernanda Fernandes

    O artigo aponta bem a evolução do conceito aberto, mas achei interessante como a adaptação para residências menores requer que voltemos a demarcar os ambientes. A ideia original de Nova York era quase sem divisões, mas o texto mostra que hoje a tendência é usar móveis, divisórias e até cortinas para evitar a integração 100%, o que é fundamental para a funcionalidade. No fim, a demarcação com móveis, como o sofá separando a sala de estar do jantar, é o que garante o equilíbrio entre socialização e organização do espaço.

  3. Theo Souza

    O artigo explica bem a evolução do conceito aberto dos lofts industriais até a “cozinha americana”, mas foca nas vantagens de socialização. Na prática, um dos maiores desafios do conceito aberto é a falta de isolamento acústico e olfativo entre a cozinha e a área de estar, o que pode ser problemático ao cozinhar ou receber visitas. As demarcações por móveis e cortinas, como mencionado no texto, ajudam a delimitar visualmente, mas não resolvem a questão dos ruídos e odores que se espalham por todo o ambiente integrado.

  4. Cecília Abreu

    Adorei a parte do artigo que fala sobre a tendência do conceito aberto e como ele ajuda na socialização e na união da família, especialmente hoje em dia que a gente vive na correria. É um ponto de vista bem legal. O que eu acho mais interessante, e que o texto menciona, é a flexibilidade de usar móveis e divisórias pra demarcar os ambientes, como as costas do sofá ou um balcão divisor. Vc consegue ter aquela sensação de amplitude, mas sem deixar tudo 100% misturado, né? Isso dá um toque de organização visual mantendo a praticidade.

  5. Sra. Alícia Fogaça

    O artigo explica de forma clara a origem do conceito aberto nos lofts industriais de Nova York na década de 1990 e como ele evoluiu para a integração da cozinha com a sala de estar, substituindo a antiga “cozinha americana”. Essa transição, que usa ilhas e balcões para demarcar espaços, é um ponto central na otimização de áreas menores e na sensação de amplitude.

    Embora o texto destaque as vantagens de socialização e interação familiar, é preciso considerar os desafios práticos de um ambiente 100% integrado, como o ruído e a propagação de odores da cozinha para as áreas de estar. A demarcação dos ambientes com móveis e divisórias, mencionada no artigo, é uma solução necessária para quem busca um equilíbrio entre a convivência e a privacidade.

    A tendência de adesão total ao conceito aberto, como previsto no final do artigo, realmente domina os projetos atuais. No entanto, o sucesso dessa integração depende de um planejamento cuidadoso, que utilize os elementos de demarcação (como tapetes e ilhas) para criar zonas funcionais, evitando que o espaço se torne apenas uma grande área desorganizada.

  6. Noah Andrade

    O artigo explica de forma clara a trajetória do conceito aberto, desde sua origem nos lofts industriais de Nova York até a evolução da “cozinha americana” para a integração completa de ambientes. Essa transição reflete uma mudança no estilo de vida moderno, que prioriza a convivência familiar e a socialização em detrimento das divisões formais.

    Apesar de o texto focar nas vantagens da interação e da amplitude, é importante pontuar que essa tendência apresenta desafios, como a propagação de ruídos e odores em um espaço unificado. A demarcação de ambientes por meio de móveis ou divisórias, como sugerido, é essencial para manter a funcionalidade do dia a dia e evitar que a integração total comprometa a privacidade.

  7. Heloísa Leão

    É incrível como o artigo detalha a trajetória do conceito aberto, começando lá nos lofts industriais de Nova York na década de 90 e a sacada genial de transformar espaços sem divisões em moradias! Achei muito interessante a forma como ele evoluiu, desde a “cozinha americana” com o balcão até a ilha, que integra tudo e transforma o coração da casa. Essa busca por ambientes que deem a impressão de serem maiores e mais bem utilizados é uma realidade que todo mundo busca hoje em dia, e o texto explica super bem o porquê.

    A parte que realmente me conecta é sobre as vantagens que promovem a interação e a união da família. O artigo está certíssimo ao destacar que, em tempos de tanta correria e compromissos, ter um lar que facilite essa proximidade, onde todos podem se ver e interagir, é precioso. Poder preparar o jantar enquanto a família está na sala e conversar sem precisar se isolar na cozinha, ou socializar em eventos com facilidade, é algo que faz toda a diferença. A flexibilidade de usar a criatividade com móveis, divisórias e cortinas para demarcar sem fechar é um toque de mestre que mostra a versatilidade do conceito.

    Eu mesma sou uma entusiasta fervorosa do conceito aberto e já experimentei na prática a liberdade que ele proporciona! Morar em um ambiente onde a cozinha, sala de jantar e estar se integram muda completamente a dinâmica da casa, tornando tudo mais fluido e convidativo. Concordo plenamente com a previsão do artigo de que a tendência é que todas as residências venham a aderir, porque as inúmeras vantagens, especialmente para a vida social e familiar, são inegáveis. É uma solução que traz mais luz, amplitude e, acima de tudo, mais conexão para o nosso dia a dia!

  8. Sr. Asafe Silva

    Achei muito legal o artigo explicar a origem do conceito aberto lá nos lofts de Nova York na década de 90 e como ele se popularizou por dar a impressão de um ambiente maior. Essa evolução da “cozinha americana” para a integração total, como o artigo descreve, realmente faz sentido com a vida moderna. A parte que fala que o conceito ajuda a “promover a união da família” e a socialização é um ponto de vista bem forte, principalmente pra quem tem a vida corrida e quer aproveitar cada momento junto.

    Mas, na prática, nem sempre essa união total é fácil de gerenciar. O artigo foca bastante nas vantagens da socialização, mas esquece que a integração da sala com a cozinha e o jantar também significa que os barulhos (da TV, do liquidificador) e os cheiros (de fritura ou alho) se espalham por toda a área de convivência. Não ter uma parede pra separar o ambiente pode ser ótimo pra festas, mas pra rotina do dia a dia, às vezes falta um lugar pra ter privacidade ou pra escapar do ruído. Por isso acho que a dica do artigo de usar “móveis, divisórias e até cortinas” pra demarcar os espaços é essencial, porque nem todo mundo quer o ambiente 100% integrado o tempo todo.

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