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A pandemia transforma o mundo

Depois de tanto tempo tentando nos adaptar a uma nova realidade, os comportamentos acabam assimilando novos hábitos e os novos hábitos acabam se tornando uma nova maneira de se viver.  Consumir vira algo a se pensar mais, se não se sentiu falta, não era tão importante assim. Passar um longo tempo na estrada para ir para o trabalho também ficou questionável, melhor morar perto do trabalho, atuar mais no coletivo com colegas de trabalho, passar e trocar serviços, com vizinhos do bairro, estar mais atento a gentilezas, dar e receber, são algumas coisas que poderão se tornar mais comuns. Este período, vai sim rever valores e mudar hábitos da sociedade.

Clayton Melo, jornalista e analista de tendências em A Vida no Centro, nos mostra um panorama interessante:

“Como o coronavírus vai mudar nossas vidas: dez tendências para o mundo pós-pandemia

 

A Covid-19 mudou nossas vidas. Não estou falando aqui simplesmente da alteração da rotina nesses dias de isolamento, em que não podemos mais fazer caminhadas no Minhocão ou ir aos nossos bares e restaurantes preferidos. Sim, tudo isso mudou nosso cotidiano – e muito. Mas o meu convite para você é para pensarmos nas mudanças mais profundas, naquelas transformações que devem moldar a realidade à nossa volta e, claro, as nossas vidas depois que o novo coronavírus baixar a bola. Por isso talvez seja melhor mudar o tempo verbal da frase que abre este texto e dizer que o coronavírus vai mudar as nossas vidas. Mas como? Que cenários prováveis já começam a emergir e devem se impor no mundo pós-pandemia?

O mundo pós-pandemia será diferente

Entender que mundo novo é esse é importante para nos prepararmos para o que vem por aí. Porque uma coisa é certa: o mundo não será como antes, conforme nos alertou o biólogo Átila Iamarino.

“O mundo mudou, e aquele mundo (de antes do coronavírus) não existe mais. A nossa vida vai mudar muito daqui para a frente, e alguém que tenta manter o status quo de 2019 é alguém que ainda não aceitou essa nova realidade”

Disse em entrevista para a BBC Brasil Átila, que é doutor em microbiologia pela Universidade de São Paulo e pós-doutor pela Universidade Yale.

“Mudanças que o mundo levaria décadas para passar, que a gente levaria muito tempo para implementar voluntariamente, a gente está tendo que implementar no susto, em questão de meses”, diz ele.

Pandemia marca o fim do século 20

Ainda nessa linha, havia uma visão entre especialistas de que faltava um símbolo para o fim do século 20, uma época altamente marcada pela tecnologia. E esse marco é a pandemia do coronavírus, segundo a historiadora e antropóloga Lilia Schwarcz, professora da Universidade de São Paulo e de Princeton, nos EUA, em entrevista ao Universa. “[O historiador britânico Eric] Hobsbawm disse que o longo século 19 só terminou depois da Primeira Guerra Mundial [1914-1918]. Nós usamos o marcador de tempo: virou o século, tudo mudou. Mas não funciona assim, a experiência humana é que constrói o tempo. Ele tem razão, o longo século 19 terminou com a Primeira Guerra, com mortes, com a experiência do luto, mas também o que significou sobre a capacidade destrutiva. Acho que essa nossa pandemia marca o final do século 20, que foi o século da tecnologia. Nós tivemos um grande desenvolvimento tecnológico, mas agora a pandemia mostra esses limites”, diz Lilia.

Coronavírus, um acelerador de futuros

Vários futuristas internacionais dizem que o coronavírus funciona como um acelerador de futuros. A pandemia antecipa mudanças que já estavam em curso, como o trabalho remoto, a educação a distância, a busca por sustentabilidade e a cobrança, por parte da sociedade, para que as empresas sejam mais responsáveis do ponto de vista social.

Outras mudanças estavam mais embrionárias e talvez não fossem tão perceptíveis ainda, mas agora ganham novo sentido diante da revisão de valores provocada por uma crise sanitária sem precedentes para a nossa geração. Como exemplos, podemos citar o fortalecimento de valores como solidariedade e empatia, assim como o questionamento do modelo de sociedade baseado no consumismo e no lucro a qualquer custo.

“A vida depois do vírus será diferente”, disse ao site Newsday a futurista Amy Webb, professora da Escola de Negócios da Universidade de Nova York. “Temos uma escolha a fazer: queremos confrontar crenças e fazer mudanças significativas para o futuro ou simplesmente preservar o status quo?”

Efeitos do coronavírus devem durar quase dois anos

As transformações são inúmeras e passam pela política, economia, modelos de negócios, relações sociais, cultura, psicologia social e a relação com a cidade e o espaço público, entre outras coisas.

O ponto de partida é ter consciência de que os efeitos da pandemia devem durar quase dois anos, pois a Organização Mundial de Saúde calcula que sejam necessários pelo menos 18 meses para haver uma vacina contra o novo. Isso significa que os países devem alternar períodos de abertura e isolamento durante esse período.

Diante dessa perspectiva, como ficam as atividades de lazer, cultura, gastronomia e entretenimento no centro e em toda a cidade durante esse período? O que mudará depois? São questões ainda em aberto, mas há sinais que nos permitem algumas reflexões.

Para entender essas e outras questões e identificar os prováveis cenários, procurei saber que tendências os futuristas, pesquisadores e bureaus de pesquisas nacionais e internacionais estão traçando para o mundo pós-pandêmico. A partir dessas leituras e também de um olhar para as questões que dizem respeito ao centro de São Paulo e à vida urbana em geral, fiz uma lista com algumas dessas tendências, que você pode ler a seguir.

Confira as 10 tendências para o mundo pós-pandemia

  1. Revisão de crenças e valores

A crise de saúde pública é definida por alguns pesquisadores como um reset, uma espécie de um divisor de águas capaz de provocar mudanças profundas no comportamento das pessoas. “Uma crise como essa pode mudar valores”, diz Pete Lunn, chefe da unidade de pesquisa comportamental da Trinity College Dublin, em entrevista ao Newsday.

“As crises obrigam as comunidades a se unirem e trabalharem mais como equipes, seja nos bairros, entre funcionários de empresas, seja o que for… E isso pode afetar os valores daqueles que vivem nesse período —assim como ocorre com as gerações que viveram guerras”.

Já estamos começando a ver esses sinais no Brasil —e no centro de São Paulo, com vários exemplos de pessoas que se unem para ajudar idosos, por exemplo.

  1. Menos é mais

A crise financeira decorrente da pandemia por si só será um motivo para que as pessoas economizem mais e revejam seus hábitos de consumo. Como diz o Copenhagen Institute for Futures Studies, a ideia de “menos é mais” vai guiar os consumidores daqui para frente.

Mas a falta de dinheiro no momento não será o único motivo. As pessoas devem rever sua relação com o consumo, reforçando um movimento que já vinha acontecendo. “Consumir por consumir saiu de ‘moda’”, escreve no site O Futuro das Coisas Sabina Deweik, mestre em comunicação semiótica pela PUC e pesquisadora de comportamento e tendências.

O outro lado desse processo é um questionamento maior do modelo de capitalismo baseado pura e simplesmente na maximização dos lucros para os acionistas. “O coronavírus trouxe para o contexto dos negócios e para o contexto pessoal a necessidade de revisitar as prioridades. O que antes em uma organização gerava resultados financeiros, persuadindo, incentivando o consumo, aumentando a produção e as vendas, hoje não funciona mais”, diz Sabina.

“Hoje, faz-se necessário pensar no valor concedido às pessoas, no impacto ambiental, na geração de um impacto positivo na sociedade ou no engajamento com uma causa. Faz-se necessário olhar definitivamente com confiança para os colaboradores já que o home office deixou de ser uma alternativa para ser uma necessidade. Faz-se necessário repensar a sociedade do consumo e refletir o que é essencial. ”

  1. Reconfiguração dos espaços do comércio

A pandemia vai acentuar o medo e a ansiedade das pessoas e estimular novos hábitos. Assim, os cuidados com a saúde e o bem-estar, que estarão em alta, devem se estender aos locais públicos, especialmente os fechados, pois o receio de locais com aglomeração deve permanecer.

“Quando as pessoas voltarem a frequentar espaços públicos, depois do fim das restrições, as empresas devem investir em estratégias para engajar os consumidores de modo profundo, criando locais que tragam a eles a sensação de estar em casa”, diz um relatório da WGSN, um dos maiores bureaus de pesquisas de tendências do mundo.

Eis um ponto de atenção para bares, restaurantes, cafeterias, academias e coworkings, que devem redesenhar seus espaços para reduzir a aglomeração e facilitar o acesso a produtos de higiene, como álcool em gel. Os espaços compartilhados, como coworkings, têm um grande desafio nesse novo cenário.

  1. Novos modelos de negócios para restaurantes

Uma das dez tendências apontadas pelo futurista Rohit Bhatgava é o que ele chama de “restaurantes fantasmas”, termo usado para descrever os estabelecimentos que funcionam só com delivery. Como a possibilidade de novas ondas da pandemia num futuro próximo, o setor de restaurantes deve ficar atento a mudanças no seu modelo de negócios, e o serviço de entrega vai continuar em alta e pode se tornar a principal fonte de receita em muitos casos.

  1. Experiências culturais imersivas

Como resposta ao isolamento social, os artistas e produtores culturais passaram a apostar em shows e espetáculos online, assim como os tours virtuais a museus ganharam mais destaque. Esse comportamento deve evoluir para o que se pode chamar de experiências culturais imersivas, que tentam conectar o real com o virtual a partir do uso de tecnologias que já estão por aí, mas que devem se disseminar, como a realidade aumentada e virtual, assistentes virtuais e máquinas inteligentes.

De acordo com o estudo Hype Cycle, da consultoria internacional Gartner, as experiências imersivas são uma das três grandes tendências da tecnologia. Destacamos aqui a área cultural, mas isso também se estende a outros setores, como esportes, viagens a varejo, conforme indica o relatório A Post-Corona World, produzido pela Trend Watching, plataforma global de tendências.

  1. Trabalho remoto

O home office já era uma realidade para muita gente, de freelancers e profissionais liberais a funcionários de companhias que já adotavam o modelo. Mas essa modalidade vai crescer ainda mais. Com a pandemia, mais empresas – de diferentes portes – passaram a se organizar para trabalhar com esse modelo. Além disso, o trabalho remoto evita a necessidade de estar em espaços com grande aglomeração, como ônibus e metrôs, especialmente em horários de pico.

  1. Morar perto do trabalho

Essa já era uma tendência, e morar no centro de São Paulo se tornou um objeto de desejo para muitas pessoas justamente por conta disso, entre outros motivos. Mas, com o receio de novas ondas de contágio, morar perto do trabalho, a ponto de ir a pé e não usar transporte público, deve se tornar um ativo ainda mais valorizado.

  1. Shopstreaming

Com o isolamento social, as lives explodiram, principalmente no Instagram. As vendas pela Internet também, passando a ser uma opção também para lojas que até então se valiam apenas do local físico. Pois pense na junção das coisas: o shopstreaming é isso. Uma versão Instagram do antigo ShopTime.

  1. Busca por novos conhecimentos

Num mundo em constante e rápida transformação, atualizar seus conhecimentos é questão de sobrevivência no mercado (além de ser um prazer, né?). Mas a era de incertezas aberta pela pandemia aguçou esse sentimento nas pessoas, que passam, nesse primeiro momento, a ter mais contato com cursos online com o objetivo de aprender coisas novas, se divertir e/ou se preparar para o mundo pós-pandemia. Afinal, muitos empregos estão sendo fechados, algumas atividades perdem espaço enquanto outros serviços ganham mercado.

  1. Educação a distância

Se a busca por conhecimentos está em alta, o canal para isso daqui para frente será a educação a distância, cuja expansão vai se acelerar. Neste contexto, uma nova figura deve entrar em cena: os mentores virtuais. A Trend Watching aposta que devem surgir novas plataformas ou serviços que conectam mentores e professores a pessoas que querem aprender sobre diferentes assuntos.

Um comentário

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    No entanto, a implementação dessas tendências e a sua permanência a longo prazo representam o principal desafio a ser superado. Embora o artigo aponte a importância da revisão de crenças e a necessidade de reconfigurar espaços e modelos de negócios (como os “restaurantes fantasmas”), a questão central levantada por Amy Webb permanece: “queremos confrontar crenças e fazer mudanças significativas… ou simplesmente preservar o status quo?”. A transição para um novo paradigma social exige mais do que a simples adaptação a novas rotinas durante a crise; requer uma transformação estrutural que garanta que os valores de solidariedade e o consumo consciente prevaleçam após o período de emergência sanitária.

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    No que tange à reconfiguração espacial e tecnológica, o texto destaca tendências cruciais para o futuro do trabalho e do consumo. A aceleração do trabalho remoto e o desafio enfrentado pelos espaços compartilhados (coworkings) indicam uma descentralização das atividades urbanas. Essa mudança é complementada pela emergência de novos modelos de negócio, como os “restaurantes fantasmas”, que ilustram a desmaterialização do consumo físico em favor de ecossistemas digitais. A aposta em “experiências culturais imersivas” e o uso de realidade aumentada e virtual demonstram a resiliência do setor de entretenimento na adaptação a um cenário onde a aglomeração física é vista com receio (WGSN), acelerando a integração de tecnologias que já estavam em curso e redefinindo a interação social.

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    No âmbito dos modelos de negócio e da logística urbana, o texto demonstra como a crise impôs adaptações que seriam implementadas em décadas, mas que ocorreram em meses. A aceleração do trabalho remoto e da educação a distância (EAD) exige uma reconfiguração da infraestrutura digital e uma redefinição do espaço físico. A busca por moradias próximas ao local de trabalho, citada como uma tendência de valorização, reflete uma aversão ao risco associado ao transporte público de massa e uma priorização da conveniência. Paralelamente, a reconfiguração dos espaços comerciais para atender a novos padrões sanitários e a ascensão de modelos puramente digitais, como os “restaurantes fantasmas” e o “shopstreaming”, ilustram a urgência da digitalização e a migração de um modelo *brick-and-mortar* para um *phygital*.

    Contudo, ao analisar a sustentabilidade dessas mudanças, é necessário temperar o otimismo com uma dose de ceticismo. Embora o artigo aponte a solidariedade e a empatia como valores fortalecidos durante a crise, a durabilidade dessas transformações comportamentais no longo prazo é incerta. A inércia social e o gradual retorno aos padrões pré-pandemia podem mitigar o “reset” de valores de que trata o texto. O desafio real reside em transformar a resposta emergencial em uma mudança estrutural duradoura, garantindo que a revisão de valores não seja um fenômeno transitório, mas sim um novo paradigma social e econômico. A crise impôs a necessidade de adaptação, mas a manutenção dessas mudanças dependerá da capacidade da sociedade de priorizar a resiliência sobre a mera recuperação do passado.

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    O artigo capta com precisão a natureza impositiva das transformações, evidenciada na fala de Átila Iamarino sobre as “mudanças que levaríamos décadas para implementar voluntariamente, e estamos tendo que fazer no susto”. Essa aceleração forçada nos confronta com a urgência de reavaliar o que é essencial, ecoando a necessidade de repensar a sociedade de consumo, como destaca Sabina Deweik.

    O grande desafio, então, é como solidificar tendências como o “menos é mais” e a reconfiguração dos espaços em práticas duradouras, que se traduzam em valor real para as pessoas e o meio ambiente, e não apenas em medidas reativas à crise sanitária.

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    Embora o artigo apresente a pandemia como um “acelerador de futuros”, me pergunto se a permanência dessas transformações não está sendo superestimada. É verdade que “mudanças que levaríamos décadas para passar” ocorreram “no susto”, como Átila Iamarino aponta, mas a história humana mostra uma forte tendência a retornar ao status quo quando a ameaça iminente cessa. A reavaliação do consumismo e a valorização da solidariedade, por exemplo, podem ser mais reações temporárias à escassez e ao medo do que um “reset” duradouro de valores.

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